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11 janeiro 2019

TAG | 20 músicas (parte 2)

TAG | 20 músicas (parte 2)
Foto: Deadly Is The Female
Ei, tudo bem por aí? Por aqui tudo ótimo, ainda mais porque amanhã (12) é aniversário da blogueira que vos fala, yay! Maaaas esse não é o assunto de hoje. Eu falei que ia fazer uma parte 2 da TAG musical e tchá: aqui tá ela. Pra quem tá perdido, lá no finzinho do ano passado eu comecei essa TAG que consiste em responder os tópicos com uma música correspondente que faça sentido pra quem tá respondendo, né? Desse jeito cês me conhecem um pouquinho melhor e, contando que vocês também podem responder aí embaixo, eu conheço um pouquinho mais de vocês também. É isto. Bora ver a parte 2?
Ah, clica aqui para ver a parte 1.
Das últimas músicas que andei viciada, Dona de Mim é com toda certeza uma das que eu mais me identifico. Com frases como "Sempre fiquei quieta, agora vou falar" e "Foi tanto sim, que agora digo não!" eu acho a letra toda muito empoderadora.  Ela conta a história de muitas mulheres com essa letra -e usa o clipe pra evidenciar isso-. Eu ouvi um amém, IZA? (aliás, ouçam aqui o álbum todo dessa deusa, é maravilhoso)
"Deixo a minha fé guiar / Sei que um dia chego lá / Porque Deus me fez assim / Dona de mim / Já não me importa a sua opinião / O seu conceito não altera minha visão / Foi tanto sim, que agora digo não / Porque a vida é louca, mano, a vida é louca"

Odiar é uma palavra muito forte, eu diria que foi mais uma questão de enjoo mesmo. Tenho até as minhas teorias de que o Tiago sumiu do mapa porque não aguentava mais cantar Amei Te Ver, inclusive faria o mesmo HAHAH. Brincadeiras a parte, acho a música fofinha, mas ela tocou tantas vezes em tantos lugares que eu acabei excluindo do Spotify e da vida.

O meu disco favorito do momento tem sido o The Pains Of Growing da talentosíssima Alessia Cara. O álbum é incrível e todas as letras têm um significado que combina com o objetivo do título: relatar as dores do crescimento. Acho que qualquer pessoa nos seus 20 e poucos vai se identificar muito. Out Of Love foi a escolhida como minha favorita do álbum porque é uma das que mais me emocionou de primeira, ou como eu costumo dizer: foi amor a primeira ouvida haha.
"Não há nada que eu possa dizer / Não há uma música que eu possa cantar / Para mudar sua ideia / Nada pode preencher o espaço / Não vou pedir pra você ficar / Mas deixe-me perguntar uma coisa: / Quando foi que você parou de me amar?"

Existem muitas músicas que eu amo tocar no violão, duas que eu sempre toco são Real Friends da Camila Cabello e Figures da Jessie Reyez, mas semana retrasada encontrei essa música da banda Mulamba e me apaixonei, aí toquei no violão e me apaixonei mais ainda! Ela tem sido a minha favorita desde então. As próximas que quero aprender são Partilhar do Rubel e Girassóis de Van Gogh do Baco Exu do Blues, aliás escutem, são incríveis ❥.
"Ela calma me interessa / Ela acalma a minha pressa / Sua alma me atrai"
Da série: músicas que a gente canta no banho. Mas sério gente, existe música melhor pra soltar o gogó do que essa? Ok, existe. I Will Always Love You o nome, mas como eu sou do contra, escolhi I Have Nothing que, claro, também é da rainha Whitney. 
"Você percebe exatamente o que há no meu coração / Você derruba os meus muros / Com a força do seu amor"
 
Eu ainda não dirijo, mas se eu estudo feito uma doida é pra um dia ficar ryca e dirigir pelas ruas da Califórnia ouvindo Sweater Weather, sim! hahah

Não existe nada que defina mais a Gabs de 8/9/10 anos do que High School Musical. Eu andava com uma bolsinha rosa em formato de poodle pra lá e pra cá e jurava com todas as forças que era a Sharpay. Fabulous era praticamente o meu hino nacional HAHAHA saudades infância! Aliás, até hoje acredito na teoria de que a Sharpay era a verdadeira mocinha dos filmes, rainha incompreendida.

Não é difícil perceber que eu escuto quase só pop, ás vezes dou uma puxadinha pro lado do indie, do alternativo e do funk pois rebolar a raba é essencial, mas né, sempre tem um popzinho no meio, então curtir mesmo um sertanejo é surpresa até pra mim! Na primeira vez que ouvi essa música achei muito engraçada e agora faz até parte das minhas playlists.  


Cê já ouviu uma música "positiva" sobre a morte? Pois então, é essa a ideia em Funeral, da banda Lukas Graham. A letra não lamenta a perda, mas sim agradece pelos momentos que se teve em vida. Acho bonito! A melodia também é super aconchegante.
"E não fique tão triste / Porque eu vivi bem / Estávamos mais perto / Mas agora acabou / Isso não significa que é o fim / Eu te vejo e te amo / Eu estarei olhando por vocês lá de cima"
Casar não é um dos meus maiores sonhos e, se acontecer, provavelmente vai ser daqui muito tempo e eu já vou ter outras músicas favoritas pro momento, mas se eu fosse casar hoje, Tua seria indispensável. Nada tradicional, mas desde que eu vi um vídeo da junção da marcha nupcial com Singular, também do ANAVITÓRIA, me apaixonei demais e não vou mentir: deu vontade! Além disso, a letra é puro amor e fala super de uma vida a dois.
"Eu não me importaria / De dividir um colchão com você / Dar meu cabelo pra de nós tu encher / E me afogar no teu corpo metido a travesseiro / Não contestaria um pedido de carinho teu / Café mais amargo, tua toalha jogada no quarto / Nenhum traço do que é teu"
E fim, agora terminamos a TAG de verdade e já deixo avisado que quem quiser responder também, fique a vontade, viu? Depois me passem o link pra eu ver as respostas de vocês, vou adorar! Até a próxima sexta, amores. Beijão ❥

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14 dezembro 2018

TAG | 20 músicas (parte 1)

TAG | 20 músicas (parte 1)
Foto: Deadly Is The Female
Ei, tudo bem por aí? Faz muito tempo que eu não paro pra escrever um post bonitinho pra vocês, então hoje quis fazer algo bem leve e divertido. Hoje é dia de maldade TAG e essa eu encontrei lá no canal da Karol Pinheiro. A TAG é bem simples, consiste em responder as perguntas com a música correspondente e assim vocês conhecem mais sobre mim e, já levando em conta que vocês vão responder também aí nos comentários (quero todo mundo abrindo seus respectivos spotifys e interagindo, hein), eu vou conhecer mais de vocês também. Aliás, vou separar esse post em dois porque colocar 20 vídeos aqui ficaria muito longo, ou seja vou responder 10 perguntas hoje e as outras 10 na continuação, ok? Ok! Bora migues?

Escolher uma música favorita da vida é tarefa difícil demais pra mim, então eu sempre respondo essa pergunta com a minha música favorita do momento, sendo assim, eu poderia responder thank u, next da Ariana Grande, Expectations da Lauren Jauregui ou muitas outras, porém optei por uma que eu não escuto tanto quanto essas, mas que não sai nunca da minha playlist: Rainbow, da Kesha. Essa música tem sido uma das minhas favoritas desde o início do ano, amo forte a letra.
"E eu sei que eu ainda estou ferrada / Mas não estamos todos, meu amor? / Querido, nossas cicatrizes fazem quem nós somos / Então, quando os ventos estiverem uivando forte / E você achar que não pode continuar: segure firme, querida / Você vai encontrar um arco-íris"
Sim, o ranço é real. E é aquele ranço sem explicação, simplesmente brotou aqui desde que ouvi essa música pela primeira vez e agora eu mal posso escutar as palavras "o sol" entonadas por Vitor Kley que já grito, corro e fujo bem rápido.

Você quer tristeza, @? Liability da Lorde me destrói, a letra, a melodia, a interpretação... tudo acaba comigo. E não é nem de um modo ruim. Liability mais me conforta do que deixa mal, é a música que eu ouço quando tô triste, não que ela me deixe triste. Faz sentido? Não sei. Enfim, deem play e sofram comigo porque sofrer em conjunto é menos doloroso.
"Eles dizem: Você é um pouco demais para mim / Você é um fardo / Você é um pouco demais para mim / Então eles recuam, fazem outros planos / Eu entendo, sou um fardo / Te deixo louco, te faço ir embora / Sou um pouco demais para / Todo mundo"
Sabe aquela música que marca algum dia especial com os amigos? Pois então, Anna Júlia é essa música pra mim e pros meus. Eu nem sei direito quando essa tradição começou, mas todo santo lugar que nós vamos e essa música toca é assim: a gente se reúne, se abraça, grita até não poder mais mesmo. Um fiasco, mas daqueles que é gostoso fazer porque a lembrança que fica é mais gostosa ainda. 

Strip é um HINO! Eu amo muito, mas confesso que a música me fisgou mais pela letra/clipe do que por ela mesma hahah. Fico feliz demais quando ouço ou vejo esse vídeo porque é muito lindo ver mulheres e seus diferentes corpos sendo celebrados. A gente já se odiou por muito tempo e tá mais que na hora disso acabar, né? Ah, e o álbum todo tá cheinho de feminismo e empoderamento. Amém Little Mix!
"Se você tem peitos pequenos, ame-os / Se você tem uma bunda grande, pegue-a / Se você não tem nada, querida, balance / É a sua vida, vá pegar, se você quiser / Na frente do espelho tipo: É isso aí! / Amando minha imagem tipo: É isso aí! / Quando eu estou magra ou gorda, eu fico tipo: É isso aí!"

Eu sempre coloco essa música nesse tópico em todas as tags porque é real: ela foi muito importante pra mim e continua sendo. Foi a música de entrada dos meus 15 anos e até hoje ela faz muito sentido. Acho que a letra de The Climb fala sobre a vida, então vale pra qualquer idade, sim. (Jovens que estão maratonando Hannah Montana na Netflix me add)
"As lutas que estou enfrentando / As oportunidades que eu estou tendo / Às vezes podem me derrubar / Mas, não, eu não vou quebrar / Eu posso não saber disso / Mas estes são os momentos que / Eu mais vou lembrar / Só tenho que continuar"
Primeiramente queria agradecer a Fisk e o CCAA por terem me ensinado english pra eu poder cantar essa música maravigold. Segundamente, me sinto a própria Janelle toda vez que canto Django Jane sem errar, adoro. (Conheçam o trabalho dessa rainha, sério)

Just Got Paid é aquela música que anima instantaneamente. É simplesmente impossível ficar parada com essa vibe gostosinha de verão que ela tem.

Eu não escuto música pra dormir, mas se escutasse, Porque eu te amo na versão do Ana e Vitória com certeza seria uma delas. Acho uma das músicas mais fofinhas do álbum e essa versão bem sad do filme me conquistou fácil.
"Porque eu te amo / E não consigo me ver sem ser o teu amor por anos / Não é acaso, é só amor / Não existe engano / Que me carregue pra longe / Que te faça outros planos, meu bem / Teu cheiro só tu tem / Tua boca só tu tem, me tem"
Nem é em segredo pois essa vergonha eu já revelei aqui no 10 músicas que fizeram o meu mês de agosto e hoje em dia eu até já enjoei de Tô Bem, Tô Zen. Mas é aquilo né, ter gostado de música da Melody não é bem uma coisa que a gente se orgulha HAHAHA.

E cabô! Agora o resto vem na parte 2, mas antes dela, tem post na próxima sexta, a gente se encontra! Beijão ♡

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03 agosto 2018

FACULDADE | mitos e verdades sobre design de moda

FACULDADE | mitos e verdades sobre design de moda
Foto: FancyCrave
Oi, gente! As minhas aulas já estão voltando e foi nesse clima que decidi bater um papo com vocês sobre a minha faculdade. Eu curso design de moda, esse curso que tanto se fala sobre, mas, na prática, sabe-se pouco. Eu já ouvi muita gente falando sobre ter o sonho de fazer esse curso, mas que não sabe costurar, ou desenhar entre outras coisas e hoje decidi fazer um post pra esclarecer essas dúvidas. Afinal, se fala tanta coisa sobre a faculdade de design de moda, mas quais são realmente verdade?
VERDADE. Infelizmente é sim uma faculdade muito cara. Aqui em Porto Alegre e região a faculdade pública não oferece o curso de Design de Moda, então só resta migrar pras particulares e gente, é uma facada sim. Eu agradeço aos céus por ter uma bolsa de estudos porque se eu tivesse que pagar a mensalidade completa... só Deus na causa, viu. Fora a mensalidade, os materiais são bem caros e são coisinhas bem específicas como instrumentos pra máquina de costura, pra desenho, outros pra modelagem, etc. então assim, ao menos que você já trabalhe com alguma dessas coisas, é muito difícil você já ter esses instrumentos em casa.
Gente, não, esse é com certeza um MITO. Inclusive foi lá na faculdade que eu percebi que muita gente e principalmente as professoras estão 100% nem aí pro que é ou não tendência. É claro que a gente gosta de saber o que tá na moda e o que não tá, mas o curso não é mesmo sobre isso. As aulas não são rodas de conversa pra analisar tendências ou pra ler a última Vogue e assistir desfiles da Chanel, não é o esquadrão da moda, gente haha. As cadeiras vão muito além disso e muitas delas são práticas, então muito além de aprender na teoria, a gente também põe a mão na massa.
Pode ficar feliz porque esse é um MITO. Eu já vi muita gente falando que queria muito fazer esse curso mas que não sabia desenhar então não podia, mas pasmem: não tem nada a ver. A gente entra no curso pra aprender e as professoras estão lá pra ensinar, então assim, pelo menos na minha experiência, a professora foi super didática. É claro que se você já souber algo sobre desenho isso vai te ajudar e a cadeira vai ser muito mais fácil, mas não é um pré requisito. Eu nunca tinha parado pra realmente aprender sobre desenho, mas com atenção nas aulas, dedicação e muitos dias passando dois turnos inteiros na faculdade treinando desenho, a coisa começou a andar.
A santíssima trindade dos desenhos favoritos que eu fiz nesse semestre, cujo foco é rosto, proporção, etc. Croqui mesmo a gente vai focar agora no segundo período :)
MITO e eu sou a prova viva disso. É claro que você pode ser estilista, mas as profissões dentro da Moda são inúmeras. Pensa comigo: só pra fazer um desfile, tem muito mais do que só o estilista envolvido, são diversas pessoas e diversas profissões diferentes que são necessárias pra manter o mundo da moda girando, então não, a faculdade não é só pra quem quer estilista. Eu tenho cadeiras, por exemplo, de produção de moda e fotografia de moda que já são profissões mais afastadas do estilismo. 
Foto: Reprodução
Maaas uma dica muito importante que eu posso dar pra vocês é: prestem atenção na grade curricular antes de entrar no curso porque as grades são muito variadas e cada faculdade tem um foco. Na minha o foco é na criação, então pra mim que entrei querendo ser Jornalista de Moda, talvez não tenha sido a melhor escolha, entendem? É importante estar ligado nisso.
MITO! Gente, se tem uma coisa que esse curso não é, essa coisa é fácil. Na primeira semana eu já tava chorando e passei o primeiro semestre inteirinho derramando lágrimas HAHAHA. Como eu disse anteriormente, as cadeiras vão muito além. A gente estuda por exemplo o filósofo Lipovetsky que analisa toda a ligação da mudança da sociedade com a moda e com os costumes, a gente mexe com matemática (eu que sou de humanas só choro) por causa das medidas, proporções e modelagens, a gente estuda muita história também (amém, humanas), tanto história da arte, quanto da moda, quanto do próprio design, muita reflexão sobre sustentabilidade, e isso sem contar as matérias da moda mesmo como desenho, costura, modelagem, etc que não são nada fáceis. Enfim, nós estudamos muita coisa que não necessariamente vem a nossa cabeça quando falamos de Moda, mas que são muito necessárias na faculdade.
É MITO, mas tem um porém. Eu diria que, na teoria, o certo seria a gente sentar na máquina e conseguir aprender do zero, mas na prática é bem mais complicado. Primeiro porque se você não tem máquina em casa, já é mais complicado pra treinar (não é igual desenho que a gente arranja um papel e um lápis em todo lugar, saca?). Segundo, a professora é uma só e nós somos vários alunos, então é difícil até pra ela conseguir atender todo mundo o tempo inteiro, o que acaba atrasando alguns alunos que não tem tanta facilidade pra costura. Sem contar que é tudo muito corrido e é muito difícil acompanhar o ritmo de todo mundo. Eu entrei na faculdade sem nunca ter tocado numa máquina de costura e sofri mesmo pra conseguir concluir as peças, foi preciso muitos dias em que eu saía de casa ás 06 da manhã e só voltava às 18h da tarde porque ficava costurando, muita ajuda das minhas colegas e muita mas muita determinação. Inclusive, eu já conversei com amigas que vieram de outras faculdades de moda e falaram que passaram pelo mesmo, então assim, não é impossível aprender a costurar do zero direto na faculdade, mas se você tiver a oportunidade de fazer algum curso rápido de corte e costura ou de aprender com alguém mais experiente antes: faça. Começar Design de Moda tendo alguma noção de costura vai facilitar muito os teus dias.
Algumas das coisas que a gente confeccionou nesse primeiro semestre, uma saia e uma calça tamanho infantil.
MITO galera, e põe mito nisso. Depois de entrar na faculdade que a gente descobre que o munda da moda na verdade é muito sujo: tem muito trabalho escravo, muita desvalorização (inclusive depois de fazer uma calça, eu nunca mais reclamo do preço delas), tem muita coisa escondida que a gente não se dá conta. É muito alfinete furando os nossos dedos, muita frustração, muitas noites de sono perdidas... enfim, de luxo não tem nada, viu? É igual qualquer outro curso.
Cabô, gente. Eu queria muito falar do mercado também, mas eu acabei de terminar o primeiro semestre e não sinto que tenho propriedade pra falar do assunto, mas tentei dar a minha visão sincerona sobre o curso e sobre a perspectiva que eu tive nesse primeiro período (e anyway o post já ficou enorme, né?). Se cês tiverem mais dúvidas, deixem aí embaixo que o que eu puder, eu respondo, viu? Um beijão e espero que tenham gostado ♡ 

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13 março 2018

TAG | Livros não lidos (ainda!)

TAG | Livros não lidos (ainda!)
Foto: Katherine Hanlon
OI, GENTE! Como vocês estão? Espero que bem! Aproveitando que o post anterior foi numa vibe mais séria, o de hoje tá bem levezinho pra manter as coisas equilibradas hahah. Vi essa TAG lá no Algumas Observações há algum tempinho, gostei e quis fazer também, pode? Pode! A TAG consiste em responder as questões sobres os livros da estante que você ainda não leu e, claro, explicar o porquê de o pobrezinho ter sido esquecido HAHA. Bora lá?
LIVRO: Youcat Brasil
MOTIVOS: Esse livro aqui eu ganhei na época que participava do grupo de jovens da Igreja, e ó, faz teeeeempo. Nunca nem comecei a ler ele, mas sei que a proposta é de deixar a mensagem da Bíblia com uma linguagem mais fácil, como se fosse um guia sobre a religião num formato de perguntas e respostas, saca? Eu já disse aqui que apesar de não ter religião, acho todas bastante interessantes e a proposta desse livro é bem legal, mas sendo bem sincera com vocês eu não sei se um dia vou ler não, tô até pensando em doar ¯\_(ツ)_/¯.
SINOPSE Estruturado em perguntas e respostas, o YOUCAT é dividido em quatro partes. A primeira, "Em que cremos", fala sobre a Bíblia, a Criação, a fé. A segunda, "Como celebramos", aborda os vários mistérios da Igreja, os sete sacramentos, explica a estrutura do ano litúrgico etc. A terceira, "A vida em Cristo", apresenta as virtudes, os dez mandamentos - e tudo o que se relaciona a eles -, questões importantes como o aborto, os direitos humanos, e demais temas. A última, "Como devemos orar", explica a importância da oração, o porquê de se rezar, o que é o terço, como rezá-lo, e assim por diante. 
LIVRO: Morte e vida de Charlie St. Cloud
MOTIVOS: Gente, essa foi a compra literária mais aleatória que eu já fiz real oficial. O livro tava 5 reais num brechó e eu bem ryca tinha R$15,00 pra gastar, aí acabei pegando esse só pra completar mesmo, mas na verdade nunca tive o mínimo interesse no livro nem no filme, a sinopse não me chama nenhuma atenção e olha que eu até tentei ler, mas achei um saco HAHAH. Comentei aqui com vocês uma vez e cês falaram pra eu dar uma chance, então eu prometo gente: um dia eu leio... um dia.
SINOPSE: Em uma pacata vila de pescadores da Nova Inglaterra, Charlie St. Cloud cuida dos gramados e monumentos de um antigo cemitério onde seu irmão mais jovem, Sam, está enterrado. Após sobreviver ao acidente de carro que tirou a vida de seu irmão, Charlie recebe um dom extraordinário: ele consegue enxergar, conversar e até mesmo brincar com o espírito de Sam. É nesse mundo místico que entra Tess Carroll, uma cativante mulher treinando para navegar sozinha ao redor do mundo em um veleiro. O destino faz com que seu barco seja apanhado por uma violenta tempestade, trazendo-a, assim, para a vida de Charlie. Sua bela e incomum ligação os leva a uma corrida contra o tempo e a uma escolha entre a vida e a morte, entre o passado e o futuro, entre apegar-se ou deixar o passado para trás - e à descoberta de que milagres podem acontecer se nós simplesmente abrirmos nosso coração.
LIVRO: Eve & Adam
MOTIVOS: Esse aqui fui eu que escolhi, mas meu pai que pagou, então conta como presente sim hahah. Lembro que ele tava bem barato num bazar no meio do shopping, aí li a sinopse e curti! Parece ser meio infanto juvenil, mas eu não ligo pra isso. Ainda não li por pura preguiça mesmo, mas com certeza vai ser uma das minhas próximas leituras (tô falando isso há quase um ano, mas vamos fingir que dessa vez é verdade HAHA). Aliás, alguém aí já leu Eve & Adam? Me conta o que achou!
SINOPSE: Filha única da poderosa e fria geneticista Terra Spiker, Eve fica entre a vida e a morte depois de sofrer um acidente de carro. O processo de cura no misterioso laboratório Spiker transcorre com uma rapidez impressionante, o que desperta a curiosidade da menina. Antes que Eve estreite os laços com Solo, um rapaz que compartilha segredos com a corporação, a Dra. Spiker lhe propõe um desafio: Eve terá a chance de testar, em primeira mão, um software desenvolvido para manipular genes humanos. Ela poderá criar um namorado sob medida! Mas brincar de Deus tem consequências, e agora Eve vai descobrir até que ponto existe perfeição.

LIVRO: Diário de uma Paixão
MOTIVOS: Lembra dos livros a R$5,00 no brechó? Então, esse é outro HAHAH. Não que eu tenha me arrependido de verdade, eu adoro esse filme então acho que eu gostaria da leitura, mas existe uma palavrinha que explica muito bem o que eu desenvolvi pelo Nicholas Sparks: ranço. Não tem uma razão específica, eu só comecei a achar todas as histórias parecidas demais, protagonistas sempre iguais e até as capas são, basicamente, todas iguais: uma mulher e um homem se olhando apaixonadamente (insira uma praia ao fundo), daí gerou o famoso ranço e é aquilo: uma vez que o ranço se instala, meu anjo... é difícil de largar.
SINOPSE: Duke é um homem simples com uma vida modesta, mas amou alguém de todo o coração e, para ele, isso sempre foi suficiente. Na clínica de repouso em que vive, Duke se dedica a ler poemas para os outros pacientes, mas, para uma senhora que sofre de Alzheimer – e somente para ela –, lê um diário especial à espera de que um milagre aconteça. Nele está escrita a emocionante história de Allie Nelson e Noah Calhoun, dois jovens que descobrem o verdadeiro significado da paixão, mas são separados por uma série de obstáculos e mal-entendidos. Muitos anos depois, a vida dá conta de uni-los novamente e a paixão volta com todo o seu fulgor. Já noiva de um bem-sucedido advogado, Allie precisa optar entre manter o rumo estável de sua vida e se entregar ao verdadeiro amor, correndo todos os riscos. Com a leitura do diário, Duke recorda a própria vida e, às vezes, a senhora consegue romper as barreiras da doença e retomar sua antiga identidade alegre e vivaz. E, sempre que isso acontece, Duke tem a certeza de que o amor relatado nas páginas do diário é a força mais poderosa do Universo. 
LIVRO: O lado bom da vida
MOTIVOS: Cês lembram quando todo mundo tava falando desse livro e da adaptação? Pois bem, eu lembro! Na época eu assisti o filme e gostei muito da história, aí fiquei louca atrás do livro. Acontece que quando eu, finalmente, consegui comprar, fui ler e.. achei entediante. Talvez não tenha lido no momento certo (ás vezes rola isso, né?), mas sei que fiquei bem triste haha
SINOPSE: Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um 'tempo separados'. Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, sua esposa negando-se a aceitar revê-lo e seus amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora um viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida. À medida que seu passado aos poucos ressurge em sua memória, Pat começa a entender que 'é melhor ser gentil que ter razão' e faz dessa convicção sua meta. Tendo a seu lado o excêntrico (mas competente) psiquiatra Dr. Patel e Tiffany, a irmã viúva de seu melhor amigo, Pat descobrirá que nem todos os finais são felizes, mas que sempre vale a pena tentar mais uma vez. Um livro comovente sobre um homem que acredita na felicidade, no amor e na esperança.


LIVRO: Insurgente
MOTIVOS: É fato: eu adoro distopias em que o futuro tá todo ferrado e tá todo mundo no fundo do poço HAHAHA tanto que a minha trilogia favorita é Jogos Vorazes e lembro que um pouco depois de me apaixonar pela história da Katniss, descobri que Divergente seguia o mesmo estilo, daí óbvio que eu quis ler. A experiência com Divergente não foi tão boa, mas eu li em PDF, então acho que isso contribuiu pra não ser uma leitura tãaao agradável, por isso não desisti e comprei o Insurgente na forma física pra ver se rolava um "agora vai!". Pena que quando comecei eu achei a história meio chatinha e larguei, no caso o "agora vai" não foi, na verdade até voltou pra trás um pouquinho hahah mas agora depois de assistir o filme a vontade de dar uma segunda chance voltou. Ah, e a vergonha é mais por não ter terminado a trilogia mesmo, é tão chato lembrar de coisas inacabadas, né? (Apesar de eu já saber o final, obrigada amigos que não me respeitam e soltam spoilers na minha cara, eu amodeio vocês todxs)
SINOPSE: "Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a aguardada continuação da série de distopia que se tornou o novo fenômeno do disputado mercado Young Adult após Jogos Vorazes, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida - enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor."
LIVROS: YOUCAT Brasil | Insurgente | Teardrop | Eve & Adam | O Lado Bom da Vida | Morte e Vida de Charlie St. Cloud | Diário de Uma Paixão | A Última Música
Eu não tenho uma coleção muito grande de livros, na verdade, minha coleção se resume a apenas 30 livrinhos, até porque eu leio muito livro emprestado ou da biblioteca, sabem? Aí acabo não vendo a necessidade de comprar. Como cês podem ver, de 30, os não lidos somam somente 8 que são, basicamente, os livros que apareceram aqui no post + A Última Música do Nicholas Sparks e Teardrop da Lauren Kate. Já comecei Teardrop um tempo atrás e gostei, mas aí Extraordinário apareceu na minha vida e eu larguei tudo pra ler aquele hino de livro, acontece né gente hahaha
Cabô, gente! Agora me contem aí embaixo: já leram algum desses livros? Quais me recomendam e quais não? E quantos livros não lidos tem na estante de vocês?

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